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quarta-feira, 22 de junho de 2016
Emirates recebe o 80º Airbus A380-800
A companhia aérea Emirates recebeu ontem(21) em Hamburgo, na Alemanha, a (impressionante) 80º unidade do maior avião de passageiros do mundo, o Airbus A380-800. A cerimônia fora transmitida ao vivo pelo Facebook da companhia.
A aeronave é famosa por suas suítes exuberantes e seu famoso bar a bordo. Esse exemplar recebeu a matrícula A6-EUB e irá voar para Viena, na Áustria, de onde realizará seu primeiro voo comercial, para sua futura casa e sede da Emirates, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A nova aeronave conta com TV Ao Vivo e internet Wi-Fi para os seus 519 passageiros. A Emirates já é a maior operadora do A380, e este número irá chegar a 142 aeronaves entregues.
Maior evento de fotografia aeronáutica da América Latina acontece no sábado em SP.
Neste sábado (25), centenas de apaixonados por aviação estarão reunidos em São Paulo para participar da 11ª Edição do maior evento de fotografia aeronáutica da América Latina, o DIA AEROIN DE FOTOGRAFIA 2016.
Durante um dia inteiro, as 600 pessoas cadastradas para o evento poderão curtir todo o movimento de aeronaves do GRU AIRPORT a partir de um ângulo muito especial, com visão panorâmica da pista de pousos e decolagens.
Um dos três maiores eventos do gênero no mundo, o DIA AEROIN tem por missão incentivar a cultura aeronáutica no Brasil, aproximando jovens e adultos do fascinante mundo da aviação. Participam pessoas das mais diferentes profissões.
Além disso, os participantes foram convidados a participar de uma ação social que vai arrecadar brinquedos com tema esportivo, materiais escolares e livros infantis, os quais serão doados ao Projeto Forças no Esporte, que é uma iniciativa do Governo Federal e das Forças Armadas, e tem como finalidade apoiar jovens em condição de vulnerabilidade social. É uma ação muito bonita e os participantes do evento sempre contribuem em peso com essa relevante causa da nossa sociedade.
“As pessoas nos mandam relatos de como o DIA AEROIN tem contribuído para sua carreira ou para, simplesmente, nutrir sua paixão pela aviação. Além disso, a participação das pessoas na ação social é sempre muito boa e todos os anos conseguimos dar uma grande ajuda aos jovens brasileiros do PROFESP. Por tudo isso, e pelo clima amistoso e familiar, é que o evento é um sucesso e tem crescido a cada nova edição”, destaca Luís Alberto Neves, do AEROIN.
“É complexo organizar um evento desse, sem fins lucrativos e totalmente feito por voluntários, mas é um prazer fazê-lo e o resultado é sempre gratificante”, completa Neves.
A expectativa é de que estejam presentes nessa edição pessoas de 14 Estados brasileiros e mais de 40 cidades. Considerando uma média conservadora, os participantes deverão fazer cerca de 400.000 fotos durante as dez horas de evento, capturando e registrando cada detalhe dos 600 voos diários do GRU AIRPORT, o maior aeroporto do país e o que tem o tráfego mais diversificado.
Apoiam o evento a Base Aérea de São Paulo, a Azul Linhas Aéreas, a Revista Avião Revue, a Sete Linhas Aéreas e o Hotel Matiz – Guarulhos.
Fonte: www.aeroin.net
Durante um dia inteiro, as 600 pessoas cadastradas para o evento poderão curtir todo o movimento de aeronaves do GRU AIRPORT a partir de um ângulo muito especial, com visão panorâmica da pista de pousos e decolagens.
Um dos três maiores eventos do gênero no mundo, o DIA AEROIN tem por missão incentivar a cultura aeronáutica no Brasil, aproximando jovens e adultos do fascinante mundo da aviação. Participam pessoas das mais diferentes profissões.
Além disso, os participantes foram convidados a participar de uma ação social que vai arrecadar brinquedos com tema esportivo, materiais escolares e livros infantis, os quais serão doados ao Projeto Forças no Esporte, que é uma iniciativa do Governo Federal e das Forças Armadas, e tem como finalidade apoiar jovens em condição de vulnerabilidade social. É uma ação muito bonita e os participantes do evento sempre contribuem em peso com essa relevante causa da nossa sociedade.
“As pessoas nos mandam relatos de como o DIA AEROIN tem contribuído para sua carreira ou para, simplesmente, nutrir sua paixão pela aviação. Além disso, a participação das pessoas na ação social é sempre muito boa e todos os anos conseguimos dar uma grande ajuda aos jovens brasileiros do PROFESP. Por tudo isso, e pelo clima amistoso e familiar, é que o evento é um sucesso e tem crescido a cada nova edição”, destaca Luís Alberto Neves, do AEROIN.
“É complexo organizar um evento desse, sem fins lucrativos e totalmente feito por voluntários, mas é um prazer fazê-lo e o resultado é sempre gratificante”, completa Neves.
A expectativa é de que estejam presentes nessa edição pessoas de 14 Estados brasileiros e mais de 40 cidades. Considerando uma média conservadora, os participantes deverão fazer cerca de 400.000 fotos durante as dez horas de evento, capturando e registrando cada detalhe dos 600 voos diários do GRU AIRPORT, o maior aeroporto do país e o que tem o tráfego mais diversificado.
Apoiam o evento a Base Aérea de São Paulo, a Azul Linhas Aéreas, a Revista Avião Revue, a Sete Linhas Aéreas e o Hotel Matiz – Guarulhos.
Fonte: www.aeroin.net
terça-feira, 21 de junho de 2016
Ultraleve cai, explode e piloto morre carbonizado em Ji-Paraná, diz polícia
Amigos de aviação suspeitam que uma peça da asa tenha se soltado.
Voo era de teste, depois do piloto ter feito manutenção no ultraleve.
Aeronave caiu e explodiu a cerca de um quilômetro da pista particular de onde decolou; piloto morreu carbonizado (Foto: Whatsapp/Reprodução)
Um ultraleve caiu e o piloto, de 43 anos de idade, morreu carbonizado na manhã desta terça-feira (21), em Ji-Paraná, região central do estado, segundo a Polícia Militar (PM). A suspeita é que uma das peças da asa esquerda tenha se soltado e o piloto, com 10 anos de experiêcia, tenha perdido o controle da aeronave, segundo testemunhas contaram à PM. O acidente aconteceu cerca de 1 km da pista particular de onde a vítima decolou, na RO-135. A família foi chamada ao local do acidente; a esposa e a mãe estavam em choque.
O acidente aconteceu por volta das 6h30. Amigos contaram à polícia que o piloto, que tinha cerca de 10 anos de experiência em voos desportivos, havia feito manutenção no ultraleve na noite de segunda, pois pretendia fazer um voo panorâmico durante o fim de semana em outra cidade. O voo desta manhã seria de teste para o que aconteceria no domingo.
O comandante da Polícia Militar, Oziel Paradela, explica que uma testemunha que passava próximo ao local no momento da queda, contou ter visto uma parte do avião se soltar e cair. "Nós ainda não temos certeza do que aconteceu, mas uma testemunha contou que passou e viu, depois do piloto ter decolado, uma parte da asa soltou. Depois disso, o avião descompensou e caiu", explica.
Segundo o comandante da PM, a Aeronáutica não compareceu ao local, no entanto, analisará o acidente por meio de imagens e com a utilização de drones.
Aeronave ficou completamente destruída após pegar fogo e explodir após queda na Zona Rural de Ji-Paraná (Foto: Pâmela Fernandes/G1)
Depois da queda, o avião explodiu e o piloto acabou morrendo carbonizado. De acordo com um colega de aviação, Geraldo Coelho, a parte que se soltou do avião é o aileron da asa esquerda. "Se esta parte da asa se soltou, você não tem controle da direção. A peça está longe de onde o avião caiu, está inteira, sem queimar nada e tem partes que mostram que ela foi descolada, rasgado da asa. Sendo assim, 99% de chances de ser esta a causa do acidente", explica Coelho, que também é piloto.
Coelho ainda explica que o problema como o que, possivelmente, causou o acidente é muito difícil de ser diagnosticado, pois nem sempre está visível. "Domingo eu passei uns 10 minutos com ele. Ele já era acostumado a fazer este tipo de voo. Mas dano estrutural não depende do piloto. Ele mesmo dava a manutenção da aeronave, mas neste caso, o problema era invisível", explica.
A amiga do piloto, Helena Pereira da Silva, conta que quando recebeu a notícia da queda, levou um choque, pois a vítima e o seu esposo teriam passado dias dando manutenção na aeronave. Segundo Helena, ele teria chamado seu marido para fazer o voo, mas ele não pode ir.
"Ontem mesmo meu esposo disse para ele tirar primeiro o ultraleve, fazer o teste e só depois voar e ele falou que queria dar uma esticada [fazer um voo mais longo]. Era para meu esposo estar junto, talvez teria acontecido do mesmo jeito. Hoje o hangar vai ficar muito vazio sem ele", lamenta Helena.
Fonte: Globo
domingo, 19 de junho de 2016
sábado, 18 de junho de 2016
ESQUADRILHA DA FUMAÇA FARÁ DOIS SHOWS NESTE FINAL DE SEMANA
Esquadrão de demonstração aérea da FAB vai se apresentar em Dourados (MS) e Votuporanga (SP)
A Esquadrilha da Fumaça voa com o turbo-hélice Embraer A-29 Super Tucano (FAB)
Hoje(18, sábado), o grupo fará uma demonstração às 15h em Dourados (MS). Já amanhã (19, domingo), o show é em Votuporanga (SP), às 16h.
POR ONDE VOAM OS ÚLTIMOS FOKKER 100?
Muitos dos antigos Fokker 100 da TAM continuam em operação com empresas no Irã (Aero Icarus)
Só de ouvir o nome “Fokker 100” algumas pessoas sentem calafrios. O polêmico jato de passageiros que assombrou o passado da TAM, com uma cota considerável de sustos e um trágico acidente, por outro lado, também é considerada um ícone da aviação comercial.
E a carreira do Fokker 100 ainda não terminou. Em alguns aspectos, ela está recomeçando: o avião vem sendo comprado por empresas de voos charter (fretados) e, o mais impressionante, dezenas de aparelhos que estavam estocados foram reativados e retornaram a transportar passageiros.
Segundo registro do Airfleets, existem atualmente 199 jatos Fokker 100 “ativos”. É um número impressionante, levando em consideração que a Fokker produziu apenas 283 unidades do avião. A produção começou em 1986 e terminou em 1997, um ano após a fabricante holandesa ter ido a falência.
Ainda de acordo com mesma página, cerca de 40 modelos Fokker 100 permanecem estocados. Essas aeronaves podem ter suas peças reaproveitadas em aparelhos que continuam voando, ou serem reativadas, como vem acontecendo. Os números ainda mostram que o avião holandês é valioso: apenas 22 unidades foram “escrapeadas”, termo usado na aviação quando o avião é descartado.
Sucesso na Austrália
Lembra dos “MK-28” da companhia Avianca Brasil? Depois de uma longa carreira com a empresa, os últimos Fokker 100 do Brasil foram vendidos a companhia Qantas Link, da Austrália, a divisão de voos regionais do grupo Qantas. Antes de voarem com a Avianca, esses mesmos aparelhos (a empresa teve 14 unidades) pertenciam a American Airlines, que havia estocado as aeronaves alguns anos antes.
Os Fokker 100 ex-Avianca foram comprados pelo grupo australiano Qantas e seguem voando (Qantas)
A atual maior frota de Fokker 100 no mundo também está na Austrália. A empresa de voos charter Alliance Airlines possui 17 unidades do jato holandês. Outra empresa do país que opera a aeronave é a Virgin Australia Regional Airlines, com 14 aparelhos.
Os Fokker 100 da Virgin Australia Regional Airlines também continuam em operação (Bidgee)
Fokker 100 pelo mundo
Outras empresas de voos charter que utilizam o Fokker 100 são Bek Air, do Cazaquistão, e a MJET, da Áustria, cada uma com cinco aeronaves. Existe ainda mais uma dezena de empresas desse tipo que voam com o Fokker, sobretudo em países do leste europeu, com um ou dois aparelhos a disposição.
Depois da Austrália, o segundo país onde mais existem Fokker 100 ativos é no Irã. No país do Oriente Médio, o jato é operado pelas companhias Iran Air, com 12 unidades, e a Iran Aseman Airlines, que ainda mantém 16 aparelhos em condições de voo.
Outra empresa iraniana que utiliza o modelo é a Kish Air, com três jatos em operação. Muitos desses modelos que voam no Irã, fabricados na década de 1990, pertenciam a TAM.
A empresa Iran Aseman Airlines é outro grande operados do Fokker 100 (IAA)
Na Europa, os últimos operadores do Fokker 100 são a TAP e a KLM, que utilizam a aeronave em suas divisões “low-cost”. As duas empresas, porém, estão desativando seus aparelhos – a TAP, por exemplo, está trocando seus Fokker 100 por jatos Embraer E190.
Outra empresa europeia que ainda mantém o jato holandês é a Austrian Airlines. A companhia, aliás, é um dos maiores operadores do Fokker, com uma frota de 15 jatos.
Nas Américas, o último operador do modelo é Air Panama, com cinco jatos, e na África, o Fokker 100 ainda voa com duas companhias aéreas de pequeno porte. Voltando a Oceania, outro grande usuário do Fokker é a companhia Air Niugini, de Papau Nova Guiné, com sete aeronaves.
A Air Panama é o último operador do Fokker 100 nas Américas (Panamafly)
A importância do Fokker 100
O Fokker 100 nasceu do pedido de companhias por aeronaves adequadas às necessidades dos mercados domésticos e transporte regional. O modelo “‘100” foi elaborado a partir do Fokker F-28, mais curto, e na época de seu lançamento agradou seus operadores.
Era um jato com baixo custo de manutenção, bom desempenho e apresentava índices de ocupação satisfatórios, afinal era menor e mais leve que outros jatos que voavam nas mesmas rotas, como o Boeing 737. Com essa solução, as companhias tinham melhor rentabilidade nas operações.
O Fokker 100 pode ser configurado para transportar 122 passageiros e totalmente abastecido e carregado pode realizar viagens de até 3.100 km. Já a velocidade máxima é de 845 km/h. Essa performance atraiu muita atenção no mercado, tanto que mais de 50 companhias aéreas do mundo todo compraram o jato, inclusive grandes nomes, como Air France, KLM e American Airlines.
A American Airlines foi o maior cliente do Fokker 100, com quase 100 unidades (Aero Icarus)
No entanto, o início da carreira do Fokker 100 foi marcado por uma série de erros de projeto, corrigidos somente no final dos anos 1990. Essas falhas, que resultaram em mais de 20 incidentes, alguns graves, marcaram a trajetória do avião, que por muitos é considerado formidável.
Apesar da má fama no Brasil, apenas dois Fokker 100 caíram ao longo desses quase 30 anos de história do aparelho na avião comercial. Além do acidente com o modelo “Number One” da Tam, em 1996, que deixou 99 mortos, outro aparelho, da companhia Palair Macedonian Airlines, já havia caído em 1993, na Macedônia, matando 83 dos 97 passageiros e tripulantes que estavam a bordo.
A Avianca foi a última companhia do Brasil a voar com o Fokker 100 (Thiago Vinholes)
Apesar da idade, o Fokker 100 ainda deve continuar voando por mais uma década, ou quem sabe até duas. A aeronave pode ser o pontapé inicial para o início de uma nova companhia aérea: cada unidade usada custa entre US$ 1 milhão e 3 milhões. Caro é a manutenção, que deve acabar antes do avião…
Fonte: Airway
Iron Maiden se despede do Ed Force One
Iron Maiden se despediu hoje do Ed Force One, o enorme Boeing 747-400 que transportou a banda britânica ao redor do mundo durante o The Book Of Souls World Tour. O último voo da aeronave, pilotado sempre pelo vocalista Bruce Dickinson, foi entre Oslo e Gothenburg.
666… a data escolhida pela banda para a despedida de seu avião, 6/16/16 é uma espécie de ironia e referência ao famoso sucesso do Iron Maiden, The Number Of The Beast.
Em um vídeo postado no YouTube, Dickinson diz que sentirá a falta do avião que os levou através da Ásia, Oceania, América (Norte e Sul) e África. O vocalista disse que o Ed Force One ainda tem uma tarefa pendente, ou seja transportar um grande número de fãs da Islândia para Marselha (França) para testemunhar o jogo contra a Hungria para o Campeonato Europeu.
Já que as distâncias no continente Europeu são curtas, a banda considerou desnecessário continuar se locomovendo com o avião. A partir de agora, a equipe se mobilizará em caminhões e ônibus.
Ed Force One pousando em Brasília
Ed Force One quando esteve em Brasília:
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